A Associação Meditar é uma sociedade civil sem fins lucrativos, não religiosa ou doutrinária. O primeiro núcleo surgiu em Porto Alegre-RS, e, atualmente, possui núcleos nas cidades de Santa Cruz do Sul, Lajeado, Novo Hambugo, Santa Maria, São Francisco de Paula, Capão da Canoa, Florianópolis, Chapecó e Cuiabá.

A Associação Meditar se propõe a: Difundir a prática da meditação; Congregar os praticantes da meditação; Coletar e divulgar os benefícios à saúde física e mental promovidos pela prática adequada da meditação; Criar, apoiar e promover a difusão de locais adequados para a prática de meditação (Núcleo ou Centros Meditar) no Brasil e no exterior; inclusive, com sedes rurais para abrigar seus membros em vida comunitária voltada à meditação, ao estudo, ao trabalho natural na terra, à contemplação da natureza.

Dedica-se a orientar a iniciação e o desenvolvimento das pessoas (empresa, escolas, associações) na meditação de forma clara, simples, objetiva e segura; Promover cursos, palestras, workshops, retiros e atividades voltadas à prática da meditação; Incentivar e promover a atitude mediativa, altruísta e pacífica, que implique na paz interna e externa, na não-violência, no respeito pela natureza, alimentação natural, bons valores humanos, no conhecimento e na sabedoria.

A Associação Meditar de Cuiabá se reúne as 4ª feiras - 20 h - e aos sábados - 8 h - para meditar e estudar na Academia Ligia Prieto. Endereço: Rua Min.João Alberto, 137 – Araés - Cuiabá. Informações pelo tel. (65)3052-6634.

sábado, 8 de maio de 2010

Videofórum "As religiões do mundo e a ética global"


ABERTURA Judaísmo - A primeira religião monoteísta do mundo
Mais de 60 pessoas compareceram à abertura do videofórum “As religiões do mundo e a ética global” dia 6 de maio. O vídeo sobre o Judaísmo, a primeira religião monoteísta do mundo, abriu a série de encontros, que vai até 8 de julho, sempre às quintas-feiras, às 19h, na sala 8 do Colégio Isaac Newton (CIN), prédio do bairro Baú.

Ainda serão exibidos vídeos sobre cristianismo, islamismo, religiões chinesas, budismo, hinduísmo, religiões tribais, religiões afro-brasileiras e religiões indígenas de Mato Grosso.

Os vídeos foram produzidos pelo professor suíço Hans Küng, que viajou o mundo estudando as religiões.

O projeto está dentro da perspectiva do ecumenismo e inserido na campanha mundial pela paz. Tanto é que para a abertura do videofórum foi exibido um slide, cantado por Marisa Monte e Gilberto Gil, sobre as diversificadas formas de denominar Deus e seres iluminados por várias crenças.

O videofórum, de entrada franca, é articulado pelo Centro Burnier Fé e Justiça (CBFJ), o Conselho Nacional de Igrejas Cristãs (Conic) e os movimentos Círculo da Paz e Um Grito pela Paz.

Roberto Rossi, do CBFJ, deu as boas vindas e avisou que 75% de presença nos encontros vai garantir o certificado da UNISINOS aos inscritos. Quem não fez inscrição ainda pode fazer pelo site http://www.centroburnier.com.br/.

Na abertura do videofórum, o cirurgião Jairo Lew, de Várzea Grande, falou sobre o Judaísmo. E respondeu a perguntas da platéia.

A comunidade judaica em Cuiabá e Mato Grosso é muito pequena. “Eu tentei identificar os judeus aqui uma vez e consegui reunir 12 famílias, todas misturadas, a começar pela minha. Sou casado com uma nissei. Quando resolvemos nos casar, era a minha mãe chorando de um lado porque ela é nissei e a mãe da noiva chorando de outro porque eu não sou japonês”, contou Lew.

Essa posição de minoria se repete pelo mundo, mas, conforme Hans Küng, em contrapartida, os judeus, embora formem um povo sem terra e vitima do preconceito étnico, são, para além disso, uma potência cultural e espiritual. O Judaísmo é dos tripés que uni esse povo. Os outros dois são o povo de Israel e a terra de Israel.

O vídeo deixou claro que para o Judaísmo há três figuras proféticas: Abrãao, Moisés e Davi. Jesus tem menor importância, embora seja reconhecido, conforme Lew, como um ser com “poderes anormais”. E Deus, para o judaísmo, não é o déspota que aparece no Velho Testamento, mas um Deus salvador e libertador.

Também ficou clara, entre os judeus, a marca do holocausto na vida dos judeus. Alguns inclusive pautam a religiosidade nesse marco histórico.

No judaísmo, as mulheres não devem rezar junto com os homens, para não despertar desejo. Porém, segundo Lew, diante de Deus, somos todos iguais, independente do gênero.

Para ele, não haverá paz no mundo se não houve paz entre as religiões e identifica os extremos como problema para que esse projeto seja realidade.


Mais informações e inscrições:

http://www.centroburnier.com.br/2010/03abr/16_video_forum_religioes_mundo.html
Keka Werneck, da Assessoria de Imprensa do Centro Burnier Fé e Justiça.
(65) 9922-9445

8 comentários:

  1. Olá, tenho curiosidade se minha avó e/ou avô eram da linhagem judia Meu sobrenome é "Sabbag David". O Sabbag é por parte de minha avó (Egipcia, criada em Romus - Síria) (e o David de meu avô (Bagdá-Iraque), ambos paternos. Tenho pouco contato com meus parentes, e do contato que tive, não obtive informações satisfatórias. Como faço pra descobrir a linhagem deles?

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  2. Este comentário foi removido pelo autor.

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  3. Eu quero muito me converter, e tenho certeza que essa e a unica religiao, verdadeira que podemos confia, eu quero me prepara pra me converter quero ser judia.

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  4. Eu quero muito me converter, e tenho certeza que essa e a unica religiao, verdadeira que podemos confia, eu quero me prepara pra me converter quero ser judia.

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  5. Eu quero muito me converter, e tenho certeza que essa e a unica religiao, verdadeira que podemos confia, eu quero me prepara pra me converter quero ser judia.

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    1. Oi, pode me contactar pelo WhatsApp (65)8132-7314 e se presente e diga a palavra "judaismo". Meu nome é Edgar Savaris e sou Judeu Azkenazi

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  6. Olá pessoal! Entrem no facebook na comunidade "Beit Yisrael Mato Grosso" ou pelo WhatsApp (65)8132-7314. Posso ajudar quanto a descendência judaica, sobrenomes e até auxiliar com informações claras e precisas sobre conversões. Meu nome é Edgar Savaris e sou Judeu Azkenazi.

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